Responsável pela produção anual de mais de 1,6 milhões de toneladas de matérias-primas petroquímicas, a empresa vai realizar a parada, prevista para 2008, com um sistema de gerenciamento inédito no Brasil construído pela primeira vez em conformidade com os princípios metodológicos IPA (Independent Project Analysis) - uma instituição americana que audita processos desenvolvidos e praticados por grandes empresas em todo o mundo - e os processos PMI. Atualmente, os técnicos já concluíram a implantação da metodologia e da ferramenta de gestão de projetos na PQU. Os processos em uso pela PQU já foram adequados aos padrões da metodologia e às características dos serviços de uma parada de manutenção. Localizada no ABC paulista, entre Santo André e Mauá, a PQU foi inaugurada em 1966. A empresa produz matéria-prima petroquímica a partir de nafta e correntes gasosas fornecidas pela Petrobras.
Não se pode esquecer que, com a interrupção da produção em função da parada, o tempo é algo que deve ser gerido de forma rigorosa para impedir prejuízos à cadeia produtiva. “A metodologia avançada, a ferramenta ‘amigável’ e a equipe certificada como PMP (Project Management Professional) asseguram juntas uma abordagem de gerenciamento estruturada e segura”, explica o diretor de planejamento e administrativo da WBS, Carlos Ewald. Engenheiros, administradores, analistas de sistema e outros profissionais da área de tecnologia da informação e de projetos de engenharia formam o time selecionado pela PQU para gerenciar os serviços viabilizados pelo investimento na Parada XVI. Conforme divulgado na Gazeta Mercantil, os recursos integram os R$ 794 milhões destinados pela empresa, este ano, à ampliação da produção de eteno e melhoramentos na unidade. Em 2006, o investimento foi de R$ 270 milhões.